2011 - O ANO DA MULTIPLICAÇÃO!

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SOBRE A IGREJA

Somos uma igreja alegre e acolhedora e estamos prontos a receber você.


Nossas atividades regulares:

CULTOS: domingo: Culto de louvor e adoração - 19h
terça-feira: Culto de estudo bíblico e oração - 19h30
sexta-feira: Culto de cura e libertação - 19h30

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL: 9h

ATENDIMENTO PASTORAL: terça-feira - de 15 às 19h ou agendar pelo telefone: 8636.1654

NOSSO ENDEREÇO: Rua Lagedo, 84
Bairro São Gabriel - ônibus 3503


Terezinha de Lisieux - pastora titular
José Procópio de Paula - evangelista
Mário - responsável pelo culto de sexta-feira

Se vc quer contribuir com a nossa obra de evangelização e proclamação da Palavra de Deus, deposite sua oferta na conta:
Bradesco - ag. 0464-2, CC 0367634-0

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

CULTO DE ONTEM - PRIMEIRO ENSAIO DO CORAL


Ontem, às 18 horas, antes do culto, tivemos o primeiro ensaio do nosso coral.
Foi uma bênção!

(alguns participantes do coral)

13 pessoas estiveram presentes e se dispuseram a cantar.
Agora é ensaiar bastante, com dedicação e paciência, para que, no final do ano, já possamos pensar numa apresentação de Natal! :o
Que Deus nos abençoe grandemente para que possamos fazer um belo coral na nossa Igreja.

domingo, 30 de janeiro de 2011

CULTO LAVA-PÉS

(igreja cheia)

Hoje, tivemos um culto super abençoado, em que o Anderson e sua família fizeram a cerimônia do lava-pés com toda a igreja, começando pela pastora e Marcos, em sinal de serviço.
(Anderson lavando os pés do Marcos)

(Vanessa servindo à irmã Olívia)

(irmã Beth e Bruno)

Depois, para confirmar que todos devem servir da mesma maneira, a pastora e
o Marcos também lavaram os pés da família do Anderson.
(pastora, lavando os pés da Vanessa)

(Marcos lavando os pés do Anderson)

Todos participaram com muita emoção.
(congregação atenta à cerimônia)

Logo após, a pastora e o Anderson fizeram a unção para o discipulado e serviço em todos os presentes, que receberam oração para que Deus os capacite na nova caminhada em busca de multiplicação na nossa igreja, não só da multiplicação de pessoas, mas de bênçãos, de capacitação, de carismas.
(unção2)

(unção)

No final do culto, houve o momento da despedida do Anderson de nossa comunidade.
(Zeca e pastora orando pela família do Anderson)

Houve muitos abraços e lágrimas, porque o pessoal já havia se acostumado com o Anderson, principalmente os adolescentes...
(o abraço da Adriana)

(da irmã Aparecida)

(e da irmã Beth)

mas, nós nos alegramos, porque vai ser bom para ele e sua família estarem à frente de uma igreja. Será uma oportunidade de aprendizado e crescimento este novo desafio ministerial. Por isto, nós, de São Gabriel, desejamos ao Anderson, Vanessa e os meninos, muito sucesso e felicidade ali em Nova Pampulha!
("chororô" com a Elisângela)

Deus abençoe o Anderson e também a nossa igreja, para que continuemos caminhando em fé e alegria!

sábado, 29 de janeiro de 2011

BODAS PONTES E ANNESLEY

(casal)
Hoje a pastora esteve na IM em Santa Teresa para comemorar as Bodas de Prata do nosso SD, José Pontes Sobrinho e Annesley.
O culto contou com a participação do bispo Roberto e o pregador foi o bispo Adriel Maia, que foi quem fez o casamento do casal!
Logo após, os "noivos" recepcionaram os presentes no salão social do prédio onde moram.
(Ibeijo)

Parabéns ao pr. Pontes e Annesley!
Que Deus continue derramando bênçãos sobre a sua vida!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

UMA LIÇÃO DE HUMILDADE

(imagem retirada daqui: giselle.cfn.blog.br)

Compartilho texto retirado do blog "Biblioteca Virtual"
(sem indicação de autoria)


Uma lição de Humildade


Depois de curar o menino endemoninhado na região próxima a Cesaréia de Filipe, Jesus sente o desejo de regressar a Cafarnaum. Mas quer viajar a sós com os seus discípulos, para poder prepará-los adicionalmente para a sua morte e para as responsabilidades que teriam depois. “O Filho do homem há de ser entregue às mãos dos homens”, explica-lhes, “e matá-lo-ão; mas, embora seja morto, será levantado três dias depois”.
Apesar de Jesus já ter falado disso antes, e de três apóstolos realmente terem presenciado a transfiguração em que sua “partida” foi considerada, seus seguidores ainda não entendem bem o assunto. Embora nenhum deles tente negar que ele será morto, como Pedro fez anteriormente, temem interrogá-lo adicionalmente a respeito.
Por fim, chegam a Cafarnaum, que tem sido uma espécie de base de operações durante o ministério de Jesus. É também a cidade natal de Pedro e de vários outros apóstolos. Ali, certos homens que cobram o imposto do templo abordam Pedro. Talvez tentando incriminar Jesus em alguma violação do costume aceito, eles perguntam: “Não paga o vosso instrutor as duas dracmas de imposto [do templo]?”
“Sim”, responde Pedro.
Jesus, que talvez tenha chegado pouco depois ao local, sabe o que tinha ocorrido. Assim, mesmo antes de Pedro suscitar a questão, Jesus pergunta: “O que achas, Simão? De quem recebem os reis da terra os direitos ou o imposto por cabeça? Dos seus filhos ou dos estranhos?”
“Dos estranhos”, responde Pedro.
“Realmente, então, os filhos estão isentos de impostos”, comenta Jesus. Visto que o Pai de Jesus é o Rei do universo, Aquele que é adorado no templo, o pagamento do imposto do templo, por parte do Filho de Deus, não é realmente um requisito legal. “Mas, para que não os façamos tropeçar”, diz Jesus, “vai ao mar, lança o anzol e toma o primeiro peixe apanhado, e, quando lhe abrires a boca, acharás uma moeda de estáter [quatro dracmas]. Leva-a e dá-lha por mim e por ti”.
Ao se reunirem após o seu regresso a Cafarnaum, talvez na casa de Pedro, os discípulos perguntam a Jesus: “Quem é realmente o maior no reino dos céus?” Jesus sabe por que fazem essa pergunta, pois está ciente do que ocorreu entre eles quando o seguiam, regressando de Cesaréia de Filipe. Assim, ele pergunta: “Sobre que estáveis disputando na estrada?” Embaraçados, os discípulos ficam calados, pois haviam disputado entre si quem era o maior.
Não parece incrível que, depois de quase três anos de ensinamentos por parte de Jesus, os discípulos ainda tenham uma discussão desse tipo? Bem, isso revela a forte influência da imperfeição humana, bem como da formação religiosa. A religião judaica, na qual os discípulos haviam sido criados, dava ênfase ao cargo ou à hierarquia em todos os relacionamentos. Ademais, é possível que Pedro, talvez por causa da promessa que Jesus lhe fizera de dar-lhe certas “chaves” de acesso ao Reino, se sentisse superior. Tiago e João talvez tenham tido idéias similares por terem sido favorecidos como testemunhas da transfiguração de Jesus.
Qualquer que tenha sido o caso, Jesus faz algo comovente no empenho de corrigir a atitude deles. Chama uma criança, coloca-a no meio deles, abraça-a e diz: “A menos que deis meia-volta e vos torneis como criancinhas, de modo algum entrareis no reino dos céus. Por isso, todo aquele que se humilhar, semelhante a esta criancinha, é o que é o maior no reino dos céus; e todo aquele que receber uma de tais criancinhas à base do meu nome, também a mim me recebe.”
Que maravilhosa maneira de corrigir seus discípulos! Jesus não se irrita com eles nem os chama de soberbos, gananciosos ou ambiciosos. Não, mas ilustra o seu ensino corretivo usando criancinhas, que são por natureza modestas, sem ambição, e, em geral, não têm senso de hierarquia entre elas. Jesus mostra assim que os seus discípulos precisam desenvolver essas qualidades que caracterizam humildes crianças. Conforme Jesus conclui: “Quem se comportar como menor entre todos vós é o que é grande.” Mateus 17:22-27; 18:1-5; Marcos 9:30-37; Lucas 9:43-48.


Obs: Essa matéria faz parte do estudo sobre o Evangelho em Ordem Cronológica. Veja essa seção para acompanhar na sequência, no blog (endereço eletrônico: http://bibliotecabiblica.blogspot.com)

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

FALANDO EM CONSTRUÇÃO

(imagem retirada daqui: http://lojasinternet.com)

Que tal construirmos uma igreja realmente abençoada?
Não... não estou falando em fazer um novo prédio, apesar de realmente estarmos precisando de um prédio novinho em folha (seria ótimo, não é mesmo?)
Mas, muito mais que um templo, um novo banheiro, novas salas, precisamos construir uma nova igreja, ou seja, precisamos NOS reconstruir, porque nós é que somos a igreja.
Que tal, então, fazermos uma reforma em nós mesmos? Que tal retirarmos todos os entulhos, limparmos nosso interior, erigirmos um altar maravilhoso para o Senhor, bem no centro do nosso coração?
Que no ano da Multiplicação, Deus nos ajude a multiplicar nosso amor pela obra d'Ele, para que a igreja em São Gabriel, da qual somos pedras, seja realmente unida pela argamassa do Espírito Santo, sobre a Pedra Angular que é JESUS!
Claro que também precisamos "dar o trato" no prédio, na estrutura física da nossa igreja, portanto, vamos começar a orar para que os nossos projetos de reforma sejam abençoados, ainda este ano. Por ora, vou começar a mobilizar amigos, para tentarmos fazer uma campanha como a dos bancos, a fim de começar, pelo menos, a reforma dos banheiros...
Que Deus nos ajude!
pra. Terezinha

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

CRISE... OPORTUNIDADE DE CRESCIMENTO?

(imagem retirada daqui: http://agenda-digital.blogspot.com)

DEFININDO A PALAVRA CRISE “Uma crise é um momento
em que nossa necessidade
é maior do que os recursos de que dispomos.
Crise é momento em que
o estímulo é maior do que aquilo
que podemos ter, saber, fazer, ser
e revela-se claramente
em ter mais, saber mais, fazer mais e ser mais.”
(Parte do texto que leva o título: As crises na vida do homem como oportunidade para o crescimento interior - Trabalho apresentado para a conclusão do curso de Educador Emocional, de MARIA JOSÉ CORREIA - Fortaleza)
Encontrei esta citação na net e, imediatamente, recordei-me da nossa última campanha: "Crise ou Oportunidade?", em que falamos das oportunidades com que Deus nos agracia em meio às nossas inúmeras crises, sejam emocionais, financeiras, familiares, espirituais...
De fato, a crise é um momento em que nossa necessidade é maior que os nossos recursos. De fato, crise é um momento em que os estímulos que recebemos é maior do que aquilo que podemos realizar, impulsionando-nos a querer ter, saber e fazer mais... funcionando como uma mola-mestra que nos faz seguir adiante, a lutar.
De fato, a crise é oportunidade de auto conhecimento e de crescimento como pessoa.
Mas (sempre existe um mas...), a autora do texto não cita, em nenhum momento, Deus. Ela fala da capacidade do ser humano de se superar. Fala que a crise é impulso para que nos conheçamos mais e melhor. É oportunidade para revermos nossos conceitos e buscar novos caminhos. Tudo beleza! De fato, a crise é tudo isto. Mas, ela erra quanto às oportunidades, porque não somos nós que as fazemos. Toda e qualquer oportunidade de crescimento e conquista, não vem de nós mesmos. Todo ser humano tem nas crises, isso sim, oportunidade de conhecer o poder de Deus para transformar situações, por mais críticas que sejam, em bênçãos, em esperança, em novas oportunidades de conquistas e vitórias!
A crise, até pode ser nossa... fabricadas por nosso egoísmo, por nossa ganância, por nossa intolerância com os que nos cercam, por nossos pecados, por nossa omissão, por nosso desamor... Crises são mesmo "invenção" totalmente humana. Mas as oportunidades que as podem reverter, essas pertencem a Deus. Só Ele é capaz de transformar nossas mentes e corações e nos tornar melhores do que somos. Só Ele é capaz de transformar maldições em bênçãos!
Portanto, senhores e senhoras "educadores emocionais" (seja lá o que o termo signifique!), fiquem sabendo que não somos nós que nos transformamos ou que transformamos nossas vidas e as situações pelas quais passamos, mas sim, Deus. E temos que encontrá-LO a fim de que sejamos REALMENTE CURADOS interiormente e tenhamos uma nova vida, repleta de amor e de plena paz, ainda que a situação seja totalmente adversa.
É isso aí!
pra. Terezinha de Lisieux

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

FUGINDO DOS EXTREMOS

(imagem retirada daqui: http://marilenaconsulta.spaces.live.com)

por: Geziel Nunes Gomes (texo retirado do blog do pastor Sérgio Cunha: http://pastorsergiocunha.blogspot.com/)


Há pregadores que vão pregar por muitos dólares e os que aceitam o café após o culto
Sou do tempo em que pregadores viajavam de ônibus pelas estradas cheias de lama, especialmente no nosso sofrido Nordeste. Até empurrá-los, para saírem do atoleiro, já fiz.Sou do tempo em que o dinheiro da passagem dos pregadores lhes era entregue contadinho, justinho, “timtim por timtim”. Nada mais.Ofertas de amor? Que é isso, gente? Vamos deixar as heresias de lado. Tudo se faz por fé.Vivi isso por mais de 30 anos.Até que surgiu algo novo. A consideração para com os pregadores, que vivem pela fé, mas têm, também, estômago, família e compromissos diuturnos.Hoje estamos vivenciando os extremos, jamais sonhados antes.Por um lado existem os pregadores que estipulam dois mil dólares por uma noite de pregação (uma noite? uma hora, melhor dizendo e no outro extremo há os pastores “amigos” que lhes dão 50 reais para um cafezinho. Um bom dinheiro para um café com biscoito, uma insignificância para comprar uma boa camisa.Precisamos encontrar um denominador comum para essa confusão que se estabeleceu.Existem pregadores que enriqueceram em dez anos, em seus périplos nacionais e internacionais.Recentemente um deles confessou a um amigo meu: “estou rico, famoso e cansado”.Existem pastores que ajustam qualquer quantia e pagam qualquer preço milionário para terem o “privilégio” de ter uma estrela em seus púlpitos, mesmo que para entregar a mesma palavra pela milésima vez. Literalmente.Existem líderes que dizem: “pode deixar, eu sei abençoar os homens de Deus” e estes são despedidos com preciosos tapas de fraternidade e orações poderosas. Ajuda financeira, que também vale nada.Está faltando equilíbrio.Entregar fortunas, recolhidas do dízimo suado dos membros da Igreja, para enriquecer as múltiplas contas bancárias dos pregadores-empresários, talvez não tenha muito apoio lá em cima.A manipulação e a malversação do dinheiro sagrado de ofertas e dízimos certamente se constituem em novo item para o Tribunal de Cristo.Certa igreja, que conheço muito bem, “contratou” um desses famosos para três dias de Congresso, numa igreja na terra de Tio Sam.Jamais se viu ou ouviu tanta agitação. O povo literalmente pulava, corria e gritava, indo quase ao delírio. O discurso (mensagem? vamos usar as palavras com sabedoria, gente!) era de encomenda para conduzir a platéia às fronteiras do delírio.Não foi um Congresso de Pão. Quase diria que foi de circo.Na segunda-feira que se seguiu a Comissão reuniu-se para fazer a avaliação, a fim de apresentar ao Criador os frutos alcançados pelas criaturas.Balanço final: 14 mil dólares de gastos, incluindo telefonemas internacionais, dados pela majestade, a fim de ajustar outros compromissos. Nem uma decisão para Cristo, nem uma reconciliação, nem um batismo com o Espírito Santo.Deixo-lhes uma pergunta: valeu a pena?Ultimamente minha esposa e eu decidimos de comum acordo combinar previamente com aqueles que nos convidam (com algumas exceções) os termos da oferta de amor.Ela tem encontrado alguns que perguntam: “somente isso, irmã”? Eles se espantam, pois já haviam contatado os mega-pregadores, habituados a cachês milionários, com exigência inclusive para uma passagem extra: para o empresário (misericórdia!) ou para o “pajem de armas” que acompanha o notável tribuno, com a responsabilidade sacerdotal (!) de vender seus DVDs, bem como a árdua tarefa de contar e guardar o dinheiro.Veja o outro lado da questão: o diabo, os demônios e o inferno não são capazes de apagar um avivamento.Nós mesmos podemos fazê-lo. Tudo começa quando perdemos o equilíbrio.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O RICO E LÁZARO


Uma parábola, para a nossa meditação:


O RICO E LÁZARO


Ora, havia certo homem rico que se vestia de púrpura e de linho finíssimo e que, todos os dias, se regalava esplendidamente .
Havia também certo mendigo, chamado Lázaro, coberto de chagas, que jazia à porta daquele;
e desejava alimentar-se das migalhas que caiam da mesa do rico; e at;e os cães vinham lamber-lhe as úlceras.
Aconteceu morrer o mendigo e ser lavado pelos anjos para o seio de Abraão; morreu também o rico e foi sepultado.
no inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio
Então, clamando, disse : Pai Abraão, tem misericórdia de mim! E manda Lázaro que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama.
Disse, porém Abraão : Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro igualmente, os males : agora, porém , aqui, ele está consolado; tu, em tormentos
e, além de tudo, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os querem passar daqui para vós outros não podem, nem os de lá passar para nós
Então, replicou pai, eu te imploro que mandes à minha casa paterna,
porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho a fim de não virem também para este lugar de tormento.
Respondeu Abraão : Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos.
Mas ele insistiu : Não, pai Abraão; se alguém dentre os mortos for ter com eles, arrepender-se-ão .
Abraão, porém, lhe respondeu : Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão persuadir; ainda que ressuscite alguém dentre os mortos.
O rico levou uma vida egocêntrica. Escolheu mal e sofreu eternamente. Lázaro viveu a totalidade da sua vida na pobreza, mas seu coração era reto para com Deus. Seu nome significa : “Deus é meu socorro” , e ele nunca abdicou da sua fé em Deus. Morreu e foi imediatamente levado ao Paraíso, para estar com Abraão. Os destinos desses dois homens foram irreversíveis a partir da sua morte.
Seio de Abraão- Uma figura de linguagem usada por Jesus nesta parábola, ilustrando o grande abismo, posto entre a bem-aventurança do paraíso e a miséria do hades (inferno). O falecido Lázaro é descrito como alguém reclinado próximo de Abraão, na festa dos benditos, segundo a maneira judaica que levava a cabeça de uma pessoa quase a encostar-se contra o peito de outra que estivesse reclinada mais para cima. E era nessa posição que ficava o hóspede mais favorecido em relação ao anfitrião. Reclinar-se no seio de Abraão, na linguagem talmúdica, era igual a entrar no paraíso.
(TEXTO E IMAGEM retirados daqui: http://fabianapaula.wordpress.com)

domingo, 23 de janeiro de 2011

CULTO - NIVER IRMÃ BETH

(pessoal)

Hoje, tivemos uma grata surpresa. O irmão Efigênio, da IM de Cachoeirinha, veio nos visitar para nos falar sobre a realização de mais um sonho: a formação do nosso Coral!
O irmão, que é maestro, colocou-se à disposição da igreja para nos ensaiar e também para tocar em três dos cultos de domingo.
(irmão Efigênio, tocando violão)

Não é mesmo uma bênção?
(pastora, orando pela irmã Beth)

Outra bênção pela qual agradecemos no final do culto, foi o aniversário da irmã Beth. Que Deus continue dando graça e saúde à nossa irmã!
Aleluia!

sábado, 22 de janeiro de 2011

SOBRE A MULHER QUE UNGIU JESUS

(imagem retirada daqui: http://mulheresemadoracao.blogspot.com)

A Vanessa pregou, na sexta-feira, sobre a mulher que ungiu Jesus e enxugou-Lhe os pés com os próprios cabelos, um gesto admirável porque, naquele tempo, apenas os servos, os escravos, cuidavam dos pés dos seus senhores e seus hóspedes.
E eu fiquei pensando na beleza deste gesto, na humildade e simplicidade daquela mulher que, sabendo-se pecadora, não poupou esforços para chegar junto de Jesus e demonstrar-Lhe o seu amor, arriscando-se, até mesmo, a ser desprezada e banida do meio dos Seus seguidores.
A pregação da Vanessa foi mesmo muito oportuna, porque, muitas vezes, estamos como aqueles que acharam "um desperdício" utilizar o perfume que poderia dar bom lucro ao ser vendido. Muitas vezes estamos como aqueles que julgam "bobagem" abrir-mão de coisas preciosas aos olhos humanos, para servir a Jesus. Muitas vezes estamos no meio daqueles que acham que podem seguir a Jesus sem se abaixarem, sem estarem aos Seus pés...
É... temos muito o que aprender com aquela pecadora. Temos que reconhecer nossos erros, despojarmo-nos de nossos bens, humilharmo-nos perante a potente mão de Deus, para que Ele, a Seu tempo, nos exalte... como fez Jesus com aquela mulher, dizendo que, em todos os lugares, ouvir-se-ia falar dela...
Que Deus nos abençoe e nos capacite para sermos servos...
Sua pastora
Terezinha de Lisieux

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

PREGAÇÃO VANESSA


Hoje, a Vanessa pregou no culto. E... foi uma bênção!
Ela falou sobre o texto da mulher que derramou o perfume sobre os pés de Jesus e os enxugou com os cabelos.
Até que ela sabe pregar bem direitinho e, apesar do nervosismo, ele se saiu muito bem!
É muito bom a gente poder perceber o crescimento das pessoas no crescimento de Deus!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

E POR FALAR EM FAMÍLIA

(família)

Gostaria de pedir oração pela minha sogra (na foto, comigo e minha filhas), que vai se submeter a uma cirurgia.
Que Deus possa abençoar e curar, em nome de Jesus!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

A DECISÃO DE SERVIR A DEUS NA FAMÍLIA

(família)

Encontrei o texto abaixo na internet (http://imwconselheirolafaiete.blogspot.com)e resolvi compartilhar. A foto é da família da pastora, em Lafaiete, na virada do Ano Novo de 2008/2009.


Josué 24.14-15
- A sua família é o maior patrimônio que vc tem. Bens, diplomas, sucesso profissional perdem o significado pra vc sem a felicidade de sua família.
- Nenhum sucesso compensa o fracasso da família. Muitas pessoas em busca de suas realizações pessoais, deixam a família pra trás. Nossa família precisa estar a serviço de Deus dentro e fora de casa.
- Há muitas famílias doentes e feridas, precisando de cura e restauração. Deus ama a família, pois Ele quem a instituiu. Deus não abre mão da família. A família faz parte do plano de Deus para o homem.
- Josué deu testemunho diante de toda a nação que ele e sua família cultuariam ao Senhor (15).
- A essa altura, Josué tinha prestígio e bens, sucesso e fama, mas nenhuma conquista pesoal diminuiu seu propósito de consagrar sua família a Deus.
- A declaração de Josué faz menção a uma decisão diária e constante.
- É possível servirmos a Deus observando sua palavra (24);
- É possível servirmos a Deus abandonando práticas que desonram ao Senhor (14)
- É possível servirmos a Deus quando estamos decididos por Ele (Ap 3.15-16)
- Tome a sua decisão também... Peço a Deus que lhe direcione a tomar a decisão certa.
- Ou vc agarra em Deus ou o mundo te agarra. Se liga viu. Deus te abençoe!


Mensagem pregada pelo Pr Isaque na Igreja Metodista Wesleyana em Conselheiro Lafaiete no dia 24/02/2010

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

A GLÓRIA DA SEGUNDA CASA SERÁ MAIOR DO QUE A PRIMEIRA

(imagem retirada daqui: http://imwconselheirolafaiete.blogspot.com/)

Como quero muito pregar (ou fazer um estudo sistemático) sobre o livro de Ageu, resolvi postar algo sobre ele. Então, retirei este texto do blog: Confissões de um Adorador, para partilhar com vocês.


A GLÓRIA DA SEGUNDA CASA
Débora Branquinho


O livro de Ageu é um livro pequeno, mas cheio de riquezas de detalhes e com uma mensagem de Deus tremenda.
Para aqueles que não sabem, o livro de Ageu fala basicamente da reconstrução do templo que havia sido destruído durante o tempo que o povo de Israel ficou exilado.
É um momento histórico muito delicado, pois eles estão voltando do exílio, de um lugar de prisão para a reconstrução de uma vida, de uma identidade, sem motivação nenhuma para viver. Quando esse povo volta para a sua cidade, eles começam a reconstruir não só as suas casas, não só suas identidades, mas o seu relacionamento com Deus.
Quando começam a reconstruir suas vidas, eles têm uma atitude totalmente contrária a de Davi. Davi, em todo o tempo, se preocupou primeiro com a casa de Deus. Em 2Samuel 7:2 vemos a preocupação de Davi em construir uma casa para Deus:
Disse o rei ao profeta Natã: Olha, eu moro em casa de cedros, e a arca de Deus se acha numa tenda. Disse Natã ao rei: Vai, faze tudo quanto está no teu coração, porque o SENHOR é contigo.
Depois vemos a construção desse esplendoroso templo no reinado de Salomão.
E o povo, no livro de Ageu, deixa a casa de Deus de lado e constroem para si tudo do bom e do melhor. Enquanto suas casas estavam lindas e perfeitas, o templo de Deus continuava destruído. Obvio, com uma desculpa: não é o tempo da casa de Deus ser restaurada! O povo dava desculpas para não fazer a vontade de Deus. Na verdade, aquele povo estava numa crise de identidade porque olhavam para a glória do templo construído por Salomão e viam que jamais conseguiram fazer para Deus um templo com aquela glória. Eles queriam fazer algo grande para Deus, mas a única coisa que Deus queria era que o coração deles estivessem primeiro nEle, mesmo que fosse para construir um pequeno templo sem toda aquela pompa e majestade. Deus não estava preocupado com o tamanho da casa, o tamanho da obra, mas queria ver no povo uma atitude de arrependimento e prioridade na vontade de Deus.
Precisamos parar de dar desculpa para cumprir a vontade de Deus, falo isso primeiro para mim. Dizemos que não é hora, que queremos fazer algo grande. Deus não pede algo grande. Deus diz o seguinte: “Faça uma coisa pequena, meu filho e, dessa coisa pequena, EU farei algo grande e não você!”
Chega uma hora que o povo de Israel chora por causa da precariedade da obra e lembravam da beleza e da majestade do templo de Salomão; no meio dessa tristeza, Deus em sua infinita misericórdia, visita seu povo e com muito amor fala: “faz o que vocês têm que fazer! Eu sou o dono do ouro e da prata e “a glória dessa segunda casa será maior do que a primeira.”
Deus não despreza os pequenos começos, ele apenas pede que a sua vontade seja feita. Pede para sermos simples, fazermos coisas pequenas sem nos preocuparmos com coisas grandiosas demais. Se nos preocuparmos em querer ser grande. Isso é Ele que faz.
Sabe por que Deus disse que a glória dessa casa seria maior que a primeira? Porque as bases daquele pequeno templo, aquele templo simples, foi o mesmo templo que Jesus leu as escrituras. A glória daquele templo lindo e tremendo teve as suas bases edificadas e fundamentadas nesse pequeno templo de madeira feito em Ageu.
A minha vida e sua vida pode ser poderosa se a vivermos de forma simples. Se eu for fiel apenas no pouco que eu tenho.
Existem muito mais coisas para se falar desse livro. Deus não se esquece das suas promessas, Deus não se esquece de nós. Por mais que passe tempos e mais tempos. Ele cumpre. Sempre cumpre.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

A BOLACHA

(imagem retirada daqui: http://trapalhadascaseiras.blogspot.com)

Infelizmente, desconheço a autoria do texto, que recebi por email, mas vale pensamos sobre ele...


Uma moça que estava à espera de seu voo, na sala de embarque de um grande aeroporto. Como ela deveria esperar por muitas horas pelo seu vôo, resolveu comprar um livro para matar o tempo. Comprou, também, um pacote de bolachas. Sentou-se numa poltrona, na sala VIP do aeroporto, para que pudesse descansar e ler em paz. Ao seu lado sentou-se um homem. Quando ela pegou a primeira bolacha, o homem também pegou uma. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada. Apenas pensou : "Mas que cara de pau ! Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para que ele nunca mais esquecesse !!!" A cada bolacha que ela pegava, o homem também pegava uma. Aquilo a deixava tão indignada que não conseguia nem reagir. Quando restava apenas uma bolacha, ela pensou:
- Ah.. "O que será que este abusado vai fazer agora?"
Então o homem dividiu a última bolacha ao meio, deixando a outra metade para ela.
- Ah!!! Aquilo era demais!!! Ela estava vermelha de raiva!
Então, ela pegou o seu livro e as suas coisas e se dirigiu ao local de embarque. Quando ela se sentou, confortavelmente, numa poltrona já no interior do avião olhou dentro da bolsa para pegar uma bala, e, para sua surpresa, o pacote de bolachas estava lá... ainda intacto, fechadinho!!!
Ela sentiu tanta vergonha! Só então ela percebeu que a errada era ela sempre tão distraída! Ela havia se esquecido que suas bolachas estavam guardadas, dentro da sua bolsa. O homem havia dividido as bolachas dele sem se sentir indignado, nervoso ou revoltado, enquanto ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar dividindo as dela com ele. E já não havia mais tempo para se explicar... nem para pedir desculpas!
Quantas vezes, em nossa vida, nós é que estamos comendo as bolachas dos outros, e não temos a consciência disto?
Antes de concluir, observe melhor! Talvez as coisas não sejam exatamente como você pensa! Não pense o que não sabe sobre as pessoas.

Existem quatro coisas na vida que não se recuperam:
- a pedra, depois de atirada;
- a palavra, depois de proferida;
- a ocasião, depois de perdida
- e o tempo, depois de passado.


Deus nos abençoe!
pra. Terezinha