2011 - O ANO DA MULTIPLICAÇÃO!

-

SOBRE A IGREJA

Somos uma igreja alegre e acolhedora e estamos prontos a receber você.


Nossas atividades regulares:

CULTOS: domingo: Culto de louvor e adoração - 19h
terça-feira: Culto de estudo bíblico e oração - 19h30
sexta-feira: Culto de cura e libertação - 19h30

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL: 9h

ATENDIMENTO PASTORAL: terça-feira - de 15 às 19h ou agendar pelo telefone: 8636.1654

NOSSO ENDEREÇO: Rua Lagedo, 84
Bairro São Gabriel - ônibus 3503


Terezinha de Lisieux - pastora titular
José Procópio de Paula - evangelista
Mário - responsável pelo culto de sexta-feira

Se vc quer contribuir com a nossa obra de evangelização e proclamação da Palavra de Deus, deposite sua oferta na conta:
Bradesco - ag. 0464-2, CC 0367634-0

sábado, 31 de julho de 2010

ONTEM FESTA SURPRESA

(Marcos)

A festa surpresa para o MARCOS que fizemos ontem, foi simplesmente demais!
A Lili e eu fizemos um filme com os "melhores momentos" da vida dele, que passamos no data show.
(filme no data show)

Também fizemos uma mesa de guloseimas que ficou muito bonita.
(guloseimas)

A Anna Rachel também fez uma surpresa, vindo de Juiz de Fora para a festa. (Marcos e Anna Rachel)

E todos os parentes próximos estiveram presentes.
(alguns dos convidados)

Ele ficou super feliz!
Duro foi fazer com que ele ficasse na rua até que conseguíssemos arrumar tudo.
(Marcos, chegando da rua)
Tivemos que correr muito!
Mas, valeu a pena o trabalho...

quinta-feira, 29 de julho de 2010

NIVER MARCOS E CULTO CASA FILHA NILZA

(Jesus)

Hoje, é aniversário do Marcos. Mas pretendemos fazer uma festinha surpresa amanhã...Então, hoje vamos fingir que nem lembramos.


Fomos à casa da irmã da D. Nilza e fizemos um culto abençoado lá. Foi muito bom! Oramos pela sua netinha que tinha medo de dormir no quarto sozinha. Se Deus quiser, agora ela não terá mais receio de dormir lá, porque ensinamos a ela que "O verdadeiro amor lança fora todo o medo" e também o versículo que garante: "Em paz eu deito e logo pego no sono, porque só tu, Senhor, me fazes repousar seguro".(Sl 4.8)
Que Deus abençoe esta criança e que ela possa ter lindos sonhos no quartinho preparado por seus pais, com tanto carinho.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

O CEGO

(imagem retirada daqui:http://esopedirtrans.blogspot.com)

Infelizmente, desconheço o autor do texto, que eu recebi por email.


Um publicitário passava por um mendigo cego todos os dias de manhã e à noite e dava-lhe sempre alguns trocados. O cego trazia pendurado no pescoço um cartaz com a frase:
"Cego de Nascimento. Uma esmola, por favor."
Certa manhã, o publicitário teve uma ideia: virou o letreiro do cego ao contrário e escreveu outra frase. À noite, depois de um dia de trabalho, perguntou ao cego como é que tinha sido o seu dia. O cego respondeu, muito contente:
- Até parece mentira, mas hoje foi um dia extraordinário. Todos que passavam por mim deixavam alguma coisa. Afinal, o que é que o senhor escreveu no letreiro?
O publicitário havia escrito uma frase breve, mas com sentido e carga emotiva suficientes para convencer os que passavam a deixarem algo para o cego. A frase era:
"Em breve chegará a primavera e eu não poderei vê-la".
A maioria das vezes não importa O QUE SE DIZ, mas COMO SE DIZ, por isso tenha cuidado na forma como fala com as pessoas, pois isso tem muito peso naquilo que quer dizer.

terça-feira, 27 de julho de 2010

segunda-feira, 26 de julho de 2010

ONTEM

(Zeca, pregando)







tivemos um culto maravilhoso!
O pregador foi o Zeca, que trouxe uma excelente palavra sobre ser discípulo, utilizando o texto do evangelho de João 8.18-22.
Antes do culto, estive com o casal de noivos Robson e Adriana, iniciando a preparação deles para o batismo.
Que bom que Deus continua agindo em nosso meio, apesar de nossas imperfeições, não é mesmo?
Ah! Outra bênção: ganhamos da D. Eunice 1 baixo e 1 violão elétrico. Agora vamos providenciar um jovem para aprender... Agradecemos à D. Eunice que sempre nos tem abençoado com a sua generosidade e vamos incluí-la nas nossas orações.

sábado, 24 de julho de 2010

INOCENTE OU CULPADO?

(imagem retirada daqui: www.quadrangularsantacatarina.com.br)

Desconheço a autoria do texto.


Conta uma lenda que, na Idade Média, um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor do crime era uma pessoa influente no reino e, por isso, desde o primeiro momento, se procurou um bode expiatório para acobertar o verdadeiro assassino.
O homem injustamente acusado de ter cometido o assassinato foi levado a julgamento. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo das falsas acusações. A forca o esperava!
O juiz, que também estava conluiado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado para que provasse sua inocência.
Disse o desonesto juiz:
— Como o senhor, sou um homem profundamente religioso. Por isso, vou deixar sua sorte nas mãos de Deus. Vou escrever em um papel a palavra INOCENTE e em outro a palavra CULPADO. Você deverá pegar apenas um dos papéis. Aquele que você escolher será o seu veredicto.
Sem que o acusado percebesse, o inescrupuloso juiz escreveu nos dois papéis a palavra CULPADO, fazendo, assim, com que não houvesse alternativa para o homem. O juiz, então, colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem, pressentindo o embuste, fingiu se concentrar por alguns segundos a fim de fazer a escolha certa. Aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou-o na boca e o engoliu. Os presentes reagiram surpresos e indignados com tal atitude.
O homem, mais uma vez demonstrando confiança, disse:
— Agora basta olhar o papel que se encontra sobre a mesa e saberemos que engoli aquele em que estava escrito o contrário.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

A CIDADE DOS RESMUNGOS

(imagem retirada daqui: http://lh3.ggpht.com)

Recebi o texto por email... depois, descobri que ele foi extraído de: O Livro das virtudes II – O Compasso Moral, de William J. Bennett


Era uma vez um lugar chamado Cidade dos Resmungos, onde todos resmungavam, resmungavam, resmungavam. No verão, resmungavam que estava muito quente. No inverno, que estava muito frio. Quando chovia, as crianças choramingavam porque não podiam sair. Quando fazia sol, reclamavam que não tinham o que fazer. Os vizinhos queixavam-se uns dos outros, os pais queixavam-se dos filhos, os irmãos das irmãs.
Todos tinham um problema, e todos reclamavam que alguém deveria fazer alguma coisa.
Um dia chegou à cidade um mascate carregando um enorme cesto às costas. Ao perceber toda aquela inquietação e choradeira, pôs o cesto no chão e gritou:
- Ó cidadãos deste belo lugar! Os campos estão abarrotados de trigo, os pomares carregados de frutas. As cordilheiras estão cobertas de florestas espessas, e os vales banhados por rios profundos. Jamais vi um lugar abençoado por tantas conveniências e tamanha abundância. Por que tanta insatisfação? Aproximem-se, e eu lhes mostrarei o caminho para a felicidade.
Ora, a camisa do mascate estava rasgada e puída. Havia remendos nas calças e buracos nos sapatos. As pessoas riram que alguém como ele pudesse mostrar-lhes como ser feliz. Mas enquanto riam, ele puxou uma corda comprida do cesto e a esticou entre os dois postes na praça da cidade.
Então segurando o cesto diante de si, gritou:
- Povo desta cidade! Aqueles que estiverem insatisfeitos escrevam seus problemas num pedaço de papel e ponham dentro deste cesto. Trocarei seus problemas por felicidade!
A multidão se aglomerou ao seu redor. Ninguém hesitou diante da chance de se livrar dos problemas. Todo homem, mulher e criança da vila rabiscou sua queixa num pedaço de papel e jogou no cesto.
Eles observaram o mascate pegar cada problema e pendurá-lo na corda. Quando ele terminou, havia problemas tremulando em cada polegada da corda, de um extremo a outro. Então ele disse:
Agora cada um de vocês deve retirar desta linha mágica o menor problema que puder encontrar.
Todos correram para examinar os problemas. Procuraram, manusearam os pedaços de papel e ponderaram, cada qual tentando escolher o menor problema. Depois de algum tempo a corda estava vazia.
Eis que cada um segurava o mesmíssimo problema que havia colocado no cesto. Cada pessoa havia escolhido os seu próprio problema, julgando ser ele o menor da corda.
Daí por diante, o povo daquela cidade deixou de resmungar o tempo todo. E sempre que alguém sentia o desejo de resmungar ou reclamar, pensava no mascate e na sua corda mágica.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

CULTO CASA APARECIDA

Hoje o nosso culto nos lares foi em casa da irmã Aparecida.
Como sempre, foi uma bênção!
( )

( )

Além dos cânticos, oração e estudo, houve, é claro, aquele tradicional lanchinho no final! Bênção pura!

terça-feira, 20 de julho de 2010

CULTO TERÇA -

(igreja)



É... como é difícil o povo aparecer no meio da semana!
Misericórdia!
Sempre temos pouca gente nos cultos de terça e sexta.
Felizmente, Deus continua atuando, sejamos muitos ou poucos.
Mas eu espero que, um dia, tenhamos todos os nossos cultos lotados!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

A CASA QUEIMADA

(imagem e texto retirados daqui: http://3.bp.blogspot.com)

Wilderlan Sousa


Um certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem temente a Deus, e sabia que Deus o protegeria.
Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar, um dos motores falhou e o piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano. Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservou em cima da água. Ficou boiando à deriva, durante muito tempo, até que chegou a uma ilha não habitada.
Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por tê-lo salvo da morte. Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas. Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço conseguiu construir uma casa para ele. Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.
Um dia ele estava pescando e, quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim, com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca. Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual não foi sua
decepção ao vê-la toda incendiada.
Ele se sentou em uma pedra, chorando e dizendo em prantos:
- Deus! Como é que o Senhor podia deixar isto acontecer comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para poder me abrigar, e o Senhor deixou minha casa se queimar todinha. Deus, o Senhor não tem pena de mim?
Neste momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:
- Vamos rapaz. - ele se virou para ver quem lhe falava, e qual não foi sua
surpresa quando viu à sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo:
- Nós viemos buscá-lo.
- Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?
- Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir buscá-lo naquele barco ali
adiante.
Os dois entraram no barco e assim o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus entes queridos.
Pense nisto!

domingo, 18 de julho de 2010

ED MARY CHICK

( )

Hoje tivemos novamente a Mary Chick conosco. Havia várias crianças da Fundação, além do pessoal da Igreja.
( )

A história contada foi a do Felipe, um garoto que não ficava satisfeito com coisa alguma. Mas, depois que conheceu a Deus, passou a ser grato por tudo. A história, como sempre, foi contada com criatividade e a criançada participou e gostou muito.
Depois de contar a história, a Mary orou com algumas crianças, pedindo que Jesus habite nos seus corações.
( )

Logo após a ED, tivemos um delicioso caldo de mandioca, preparado pelo Marcos, com ajuda da Marlene.
Ô povo abençoado, sô!
No terceiro domingo de agosto tem mais!

sábado, 17 de julho de 2010

A CARROÇA

(imagem retirada daqui:http://sociologiaemtela.blogspot.com)
Desconheço o autor do texto, que eu recebi por email. Mas, vale partilhar...
Ah! O blog de onde retirei a imagem cita parte do texto, mas sem mencionar a autoria também...


Certa manhã bem cedo, o meu pai convidou-me para ir ao bosque a fim de ouvir o cantar dos pássaros. Aceitei com grande alegria e lá fomos nós, umedecendo os nossos sapatos com o orvalho da relva.
Ele parou em numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, perguntou- me:
- Está ouvindo alguma coisa além do canto dos pássaros?
Apurei o ouvido alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo o barulho de uma carroça que deve estar descendo pela estrada.
- Isso mesmo - disse ele. É uma carroça vazia. Sabe por quê?
- Não, respondi intrigado.
Então, o meu pai colocou a mão no ombro e olhou bem no fundo dos meus olhos e disse:
- Por causa do barulho que faz. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.
Não disse mais nada, porém deu-me muito em que pensar. Tornei-me adulto. E, ainda hoje, quando vejo uma pessoa tagarela e inoportuna, interrompendo intempestivamente a conversa, ou quando eu mesmo, por distração, me vejo prestes a fazer o mesmo, imediatamente tenho a impressão de estar a ouvir a voz do meu pai soando na clareira do bosque e me ensinando:
- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

SELVA NO SHOPPING

( )

( )

quinta-feira, 15 de julho de 2010

CULTO CASA DA CÉLIA

Hoje fomos à casa da Célia, para orar por ela e abençoar sua família.
(pessoal )

É sempre bom estarmos na casa dos irmãos (mesmo daqueles que não fazem mais parte da igreja, como é o caso da Célia) e cremos que Deus age tremendamente nesses encontros familiares, onde há descontração e mais espaço para a oração, a súplica, o choro, o testemunho.
(pessoal2)

A Célia contou-nos sobre o seu irmão e oramos por ele.
Esperamos que Deus faça um milagre naquela vida e que a Célia, em breve, possa testemunhar os feitos de Deus na sua família.

terça-feira, 13 de julho de 2010